/> Πρωτεύς: Solidão

16 de abril de 2011

Solidão


Gustave Courbet.La falaise d'Etretat après l'orage.1870

Um tempo de urgência
Arrastou minha voz até ali
Onde há muitas margaridas.
Quem as terá plantado?
                                     Não...
Ninguém as plantou.

O pássaro não canta
Por dizer seu júbilo.
O castanheiro
É robusto e silencioso.
Aqui não há vozes
Através do vento,
Tudo é renúncia
E quietude:
Sou o jardineiro 
Dessas ruínas.

2 comentários :

Francesca Crews disse...

muito obrigada pela visita, e pelo comentário sobre meu texto. Nao sabia que tinha tal dom, mas como alguém que escreve tão bem está a dizer \o \o :D
Belo blog viu? \o \o Estou seguindo já *-*

Getulio disse...

Obrigado pela visita e por nos acompanhar, Francesca. Ao certo sua escrita em muito potencial! abraços